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O vinho mudou de regiões… e chegou à minha

Falar atualmente sobre as qualidades dessa bebida milenar na história humana tornou-se redundante. Seria chover no molhado, mais um trago ao embriagado. 

É claro que não se pode menosprezar as qualidades dos compostos fenólicos e das antocianinas porque, afinal de contas, não se deve subestimar um polifenol como o RESVERATROL que, “de quebra”, reduz os níveis de colesterol e previne o envelhecimento precoce. 

Pode se dizer que esse derivado do vinho ocupa hoje um lugar de destaque nos tratamentos “IN OUT” (tratamento interno + externo) devidos resultados surpreendentes no metabolismo do nosso corpo e na saúde e aparência de nossa pele.

Mas sigamos por outro rumo! 

Todo o glamour das degustações, garrafas, vinhos exóticos e sommeliers, até pouco tempo atrás, pelo menos para as pessoas que vivem no interior do estado de São Paulo, estava restrito às revistas especializadas e às idas esporádicas a um restaurante onde a carta de vinhos fosse razoável e tivesse um ótimo custo/benefício. E ainda quando fosse possível dar-se ao luxo! 

Mas em determinado momento começou-se a falar de vinhas que seriam plantadas na região da Serra da Mantiqueira, mais especificamente em Espírito Santo do Pinhal. 

Nossa região tem boa amplitude térmica, com dias ensolarados e noites frias, um “terroir” perfeito para o plantio das vinhas.

Nessa região de ótimos cafés e de repercussão internacional há décadas, essas conversas causaram um misto de estranheza e curiosidade em sua população. Mas com o decorrer do tempo e com a concretização desses projetos, o que ficou mesmo foi um “baita” orgulho! 

Atualmente quando me sento para almoçar em um restaurante em São Paulo, e me perguntam de onde sou, não acontece mais como antes. “Você é de Pinhalzinho – perto de Bragança Paulista?” “Não, amigo.” “Você é de Santo Antônio do Pinhal, perto de Campos do Jordão?” “Não, amigo. Sou de Espírito Santo do Pinhal” “Sério? Já fui com amigos, família, grupos e enófilos visitar a vinícola que fica em sua cidade.” E o feedback das visitas e degustações não poderia ser melhor.

Para mim que sou amante de vinhos e profissional da área da saúde há mais de 30 anos, nada poderia ser mais gratificante do que ver um vinho, considerado uma bebida “viva”, sair de nossas terras e ir para dentro de garrafas que viajam o mundo todo e voltar com inúmeros prêmios com o nome da nossa cidade estampada no rótulo principal.

Não imaginava que conseguiria refletir com tanta clareza o slogan que tanto prezamos na Naturallis: “A RECEITA DO BEM ESTAR”. O bem-estar de poder degustar uma taça de Syrah e pensar: “Somos todos de Espírito Santo do Pinhal”. E como já disseram: A TOSCANA BRASILEIRA.

TEXTO: Marcos José Ramponi

Farmacêutico proprietário da Naturallis Farmácia de Manipulação

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